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O que é Marketing?

Marketing
Mas afinal ... Marketing o que é?

Essa é uma pergunta que ainda intriga a maioria das pessoas.

Quase sempre o que ouço são respostas tão vagas quanto genéricas.

O público leigo que é em sua grande maioria o objeto das atenções dos homens e mulheres de marketing, conceitua o processo dentro de um prisma palpável, isto é, percebem as consequências externas das ações de um plano ou movimento de marketing, até poque, somos todos, os objetos das constantes atenções dessa especialidade das ciências administrativas.
Não são raras as vezes, (incluindo as salas de aulas em cursos específicos sobre o tema), que ouço com muita propriedade: "marketing é propaganda", "marketing é venda", "marketing é falar bem do produto ou serviço", "marketing é...". Com efeito, essas são as frases que mais são ditas quando pedimos uma definição ou entendimento acerca deste apaixonante assunto.

O interessante é notar que não estão erradas as pessoas que assim pensam. Mas é muito importante assinalar que "marketing" vai muito além dessas percepções. Em rápidas palavras, afirmo que "marketing" é na realidade, um complexo de ações que tem por finalidade suprir as necessidades mercadológicas de um nicho ou mercado específico. E mais: o conceito não está totalmente completo ou finalizado. A razão para esse status científico e mercadológico é simples. A abordagem de "marketing" se inicia com os primeiros movimentos da fase industrial norte-americana (em especial), atravessa toda uma existência mercadológica dentro das mais variadas escolas científicas das organizações empresariais, até chegarmos no status de nossa era - a pós-modernidade. Estes nossos tempos, que iniciam-se no período das décadas de 60 a 70 tem como uma de suas caracteristicas a evolução e a transformação nos conceitos dos valores e das causas humanas, residindo nestes paradigmas, a complexidade do tema. Façamos pois, uma rápida viagem pelo tempo para que possamos compreender a complexidade que o assunto marketing nos remete. Os vídeos disponiblizados com as mensagens publicitárias ilustrarão todo o processo (este  tem sido o prisma mais palpável das ações de marketing no tempo):
  • Início da Administração Científica - Fase Clássica (Ford, Taylor e Fayol):  As preocupações e ações empresariais estão mais focadas no produto e produção de bens duráveis e de giro rápido. Ações metodológicas estão centradas nas áreas do planejamento, desenvolvimento, produção, distribição e vendas dos produtos.
  • Enfoque adminitrativo: do produto para o mercado - marketing do produto (às vezes conhecidas com outras conotações ou nomes).
  • Década de 20 até meados da década de 60.
Esta fase é conhecida nos dias de hoje como a era do Marketing 1.0.


Propaganda década de 50
  • Décadas de 70/80 e meados de 90 - Com o acesso à informação, o consumidor consegue comparar preços, produtos, marcas e qualquer fator que lhe ajude a melhor satisfazer suas necessidades, curiosidades e desejos. Surge por consequência, as ações de Marketing focado nas pessoas.  É marcada essa época, pela acenssão do consumidor como  protagonista de todo o processo empresarial e mercadológico. É a Época do Marketing 2.0 ou do "cliente rei", quando o professor Philip Kotler define marketing da seguinte forma (definição essa que não levaria muito tempo para mudar): "Marketing é um processo social e administrativo pelo qual indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e o que desejam através da criação e trocas de produtos e valor com outras pessoas". (in Administração de Marketing - Análise, Planejamento, Implementação e Controle. - Editora Atlas - São Paulo - 1994).
  • No final da década de 80 até meados da primeira década do novo milénio, percebe-se novo e expressivo movimento no comportamento de consumo das famílias, das empresas e dos governos. O foco das preocupações individuais e coletivas estão centrados sobre os valores (Marketing 3.0) Nota-se uma nova instância e forma no processo de tomada de decisão sobre as compras de bens e serviços. Junto da complexidade conceitual do marketing, passam a somar as influências de três outras forças temporais que caracaterizam essa época: a era da participação, a era do paradoxo da globalização e a era da sociedade criativa.
Comerciais anos 2000.
Marketing 4.0 - Nossos tempos. ! Agora! Now!

O Marketing 4.0 é uma ampliação natural do Marketing 3.0, onde adaptamos nossos produtos e serviços para a era digital, buscando fornecer aos consumidores, toda a estrutura necessária em cada fase da jornada dele como comprador de bens e serviços. Verifica-se nesta época, nova escalada na mudança dos hábitos de consumo, com a popularização dos meios de comunicação de massa, em especial a Internet  (Efeito Google). Ganham importância no processo de aquisição ou compra do consumidor: as comunicações de marketing, as opiniões de familiares e amigos, seus próprios conhecimentos e preferências. Entre esses fatores, em muitos casos, a opinião de terceiros é a mais importante e decisiva em todo o processo. Graças à conectividade.
Os estudos e as pesquisas sobre o marketing, no entanto, demosntram que o marketing digital não irá substituir o marketing tradicional (o primeiro ganha maior importância e relevância). Ambos precisam coexistir e exercer seus papéis na jornada de compra, vendendo mais e engajando os clientes em prol da defesa da marca, produto e do serviço. Como consequência direta desse reposicionamento nas relações de consumo e compras, aparece uma nova forma de se perceber todo o processo: estamos na época do Marketing Ominicanal ou Omnichannel.
Os melhores comercias de 2016
A forma eletrônica, via de regra, nos proporciona estratégias mercadológicas menos onerosas e passíveis de quantificações e qualificações mais pertinentes e por vezes, com resultados eventualmente, imediatos. Ao desenvolvermos um pouco mais esta abordagem e diante deste novo cenário, em que as empresas precisam oferecer experiências online e offline preferencialmente integradas, surge a idéia de Marketing Omnicanal (Omnichannel). Esta nova abordagem significa em última análise e salvo melhor juízo, integrar os vários canais de comunicações disponíveis para assim criar uma nova e contínua experiência mercadológica para o consumidor. Este consumidor é reagente a esta nova forma de relação de aquisição de produtos e serviços. Não raramente ele tomará para sí o papel de "advogado" de tudo que compra e consome. Redesenha, desta forma, o seu papel e a sua importância ainda maior nas relações de consumo - para o bem ou para o mal.
Para que possamos nos situar nesse contexto complexo e de permanentes mudanças, onde a velocidade da informação tem um papel decisivo e fundamental nas dinâmicas empresariais e vida de todos, vou indicar a última conceituação técnica do professor Philip Kotler que em conjunto com outros autores, é o mais recente e importante conceito sobre o tema. Minhas ações, preocupações e diretrizes obedecem criteriosamente a essa abordagem:
Kotler e outros
"O marketing 4.0 trata da revolução digital. As empresas continuarão a fazer marketing tradicional, centrado na TV e na mídia impressa, mas o marketing digital (mídias sociais, mobile e internet) aumentará. As empresas precisam saber comom misturar e conectar seu marketing tradicional  e marketing digital".
(in Maketing 4.0 - Do tradicional ao digital - Kotler, Philip, Kartajaya, Hermawan, Setiawan, Iwan, Korytowski, Ivo - Editora Sextante - agosto/2017).


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CNPJ: 33.901.410/0001-62
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